sábado, 25 de setembro de 2010

ELEIÇÕES 2010: Alô Bom Despacho... alô Minas Gerais... alô Brasil... alô Eleitora... alô Eleitor... alô Candidato... alô Candidata... alô Aécio Neves... alô 'thurma' do PSDB... alô Tucanos Mineiros... ôpa toda "Cidade Sorriso" deve - atentamente - LER o NOVO artigo do combativo e renomado Jornalista José de Souza Castro, o nosso popular 'JOSÉ DE Souza CASTRO' e/ou 'JOSÉ DE CASTRO' e/ou 'ZÉ DE CASTRO', denominado " AÉCIO, O ESPERTO… " ! Texto postado no SITE do carismático PROFESSOR FERNANDO MASSOTE, dia 19/Setembro/2010... boa leitura... DELICIE-SE!!!

"Site do eminente Professor FERNANDO MASSOTE"
Para acessar dê um CLIQUE aqui: http://massote.pro.br

Charge HOMENAGEM ao competente Jornalista JOSÉ DE Souza CASTRO

" AÉCIO, O ESPERTO… "

Jornalista José de Souza Castro

O governo Lula está convencido de que já venceu as eleições para a presidência da República. E quer agora eleger a oposição ao futuro governo. O primeiro passo foi dado nesta semana pela revista “Carta Capital” ( Observação do Rosemberg: no final da postagem coloquei o 'link' do site da revista "Carta Capital" para você ver a citada matéria mencionada no texto ) acusada de governista, que afirma na capa que Aécio deixará o PSDB e vai fundar um partido para fazer uma oposição democrática, em contraposição à “oposição golpista” de José Serra.

A reportagem de Maurício Dias está sendo retumbada nos blogs petistas, como o Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim, que foi logo tratando de valorizar o autor da “inconfidência”. Em artigo postado sexta-feira passada, ele diz que Maurício Dias tem 35 anos de jornalismo. Começou na Veja, foi responsável pelo Informe JB, dirigiu o Jornal do Brasil e a revista Istoé no Rio, escreveu três livros. E que Maurício recebeu durante o dia telefonema de “uma das irmãs do Aécio” [ora, ora, quantas irmãs ele tem?] que teria dito: “Você criou um problema político para ele”. Não é uma graça, esse Amorim?

Mas não tanto quanto o próprio Maurício, que vê Aécio se espelhando no avô Tancredo Neves, que em 1980 lançou-se à fundação do PP (Partido Popular), alegando: “O meu MDB não é o MDB de Arraes”. Esqueceu de dizer que não muito depois Tancredo desistiu do PP para ser candidato ao governo de Minas pelo PMDB – o mesmo MDB que depois se aliaria a José Sarney para vencer Maluf no colégio eleitoral da ditadura. Deve ser por causa dessa experiência do avô que Aécio, então deputado federal pelo PMDB mineiro, demorou tanto a se filiar ao PSDB, apesar da insistência do amigo Pimenta da Veiga.

Para quem não se lembra: o governador Newton Cardoso havia se tornado “dono” do PMDB mineiro em março de 1988. Naquele mês, a Assembléia Nacional Constituinte aprovou o mandato de cinco anos para José Sarney. No dia seguinte, abandonaram o PMDB oito deputados federais mineiros. Entre eles, Pimenta da Veiga e dois ex-secretários estaduais no governo Hélio Garcia, Carlos Cotta e Roberto Brant. Pimenta da Veiga foi eleito prefeito de Belo Horizonte, pelo PSDB, derrotando o candidato de Newton Cardoso. O deputado federal Aécio Neves só abandonou o PMDB, abrigando-se no ninho tucano, em março do ano seguinte. Hélio Garcia, afastado temporariamente da política, ainda continuava no partido, mas sem qualquer mando dentro do PMDB. Mais tarde, para se candidatar, fundou o PRS.

E o que diz Maurício Dias? “Há duas semanas, em jantar no Rio de Janeiro, o ex-governador Aécio Neves empolgou-se ao falar da necessidade de reformas políticas no Brasil e, para sustentar os argumentos que desenvolvia junto a um grupo restrito de amigos, ele anunciou: “Eu vou sair do PSDB”, na casa de um empresário, em Copacabana, cercado de convidados importantes.”

Repetindo: “… na casa de um empresário, em Copacabana, cercado de convidados importantes.” Dá para acreditar, não é mesmo? É assim mesmo que se criam partidos no Brasil. Sobretudo, partidos de “oposição democrática”. O fato de Maurício Dias não revelar o nome do empresário e dos convidados importantes é mero detalhe.

Tem coisas mais importantes a dizer. Por exemplo:

“Segundo a conversa desenrolada no jantar em Copacabana, Aécio já tem um novo projeto político na cabeça. Não vai buscar abrigo em nenhum outro partido ao abandonar os tucanos. Com a vitória da candidata do PT, quer estabelecer uma oposição democrática, já que o PSDB renegou esse papel ao preferir abraçar o udenismo golpista. O oposicionista mineiro sempre se afastou disso. Em 2005, manteve distância do episódio do chamado “mensalão” do PT, quando estava no governo de Minas. Atacou o ocorrido. De forma tão incisiva quanto genérica. Reagiu em nome da ética política. Em momento algum, no entanto, apoiou os movimentos subterrâneos que foram iniciados, sem sucesso, para abrir processo de impeachment contra Lula. E mesmo posteriormente, quando Fernando Henrique Cardoso capitaneou o movimento para que o presidente Lula desistisse de disputar a reeleição, Aécio, no governo de Minas, não misturou leite no café amargo que FHC, oposicionista paulista, oferecia.

É bem verdade que a decisão, em 2005, pode ter sido companheira da cautela. Se as lambanças do publicitário mineiro Marcos Valério acertaram em cheio o PT, o mesmo aconteceria, depois, com o senador tucano Eduardo Azeredo, um político com trânsito livre no Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro. Aécio foi atingido apenas por respingos. Ao fim e ao cabo, esse “Valerioduto”, que irrigou de dinheiro muitas campanhas eleitorais petistas e tucanas, tem a nascente no território mineiro.

Em 2010, o já então ex-governador de Minas não avaliza o factoide contra a candidatura Dilma, criado a partir da quebra criminosa de sigilos fiscais na Receita Federal. Esquivou-se, também, de fazer coro às acusações contra a ex-ministra Erenice Guerra, da Casa Civil, que novamente tinha como alvo a candidata do PT. Não é de hoje, portanto, que ele evita essa linha de ação.”

Esperto, esse Aécio! Mas, cá pra nós: é desse tipo de reforma política que o Brasil necessita?
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